terça-feira, 21 de junho de 2011

Não sei exatamente em que momento comecei a despertar. Só sei que comecei a ouvir o chamado da minha alma e a querer desenhar uma vida que passe por ele. A assumir a intenção de acordar a cada manhã sabendo para o quê estou levantando e comprometida com isso, seja lá o que isso for, porque, definitivamente, cansei de perambular pelos dias sem um compromisso genuíno. E comecei a gritar por liberdade de uma forma que me surpreendeu.
Antes eu também gritava, mas o medo sufocava o grito para que eu não me desse conta do quanto estava presa. Não sei exatamente em que momento comecei a despertar. O que sei é que não quero aquele sono outra vez.

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